Esse é o filme: Ferris Buller’s Day Off (Curtindo a Vida Adoidado)
E essa é a música: Twist and Shout by Beatles
Todo mundo adora, idolatra, venera esse filme. Ferris Buller se tornou uma espécie de Super Herói dos adolescentes dos anos 80 e 90 e ainda hoje arrebata fãs por todos os cantos do planetinha. O filme é sucesso de audiência sempre que reprisa. Não podia ficar de fora, Acredito que todo mundo quando pensa em uma cena de filme com música lembra logo dessa.
Domingo dia 09/10 às 22h estréia no canal TCM a mini-série Os Pilares da Terra.
Eu li o livro e já vi em dvd, recomendo, especialmente pra quem como eu gosta de histórias da idade média, tanto o livro quanto a série trazem um fiel retrato do período. Eu já havia comentado em outro post aqui e agora chega ao canal TCM.
Na Inglaterra do século XII, Tom, um humilde pedreiro e mestre-de-obras, tem um sonho majestoso – construir uma imponente catedral, dotada de uma beleza sublime, digna de tocar os céus. E é na persecução desse sonho que com ele e a sua família vamos encontrando um colorido mosaico de personagens que se cruzam ao longo de gerações e cujos destinos se entrelaçam de formas misteriosas e surpreendentes, capazes de alterar o curso da história. Recheado de suspense, corrupção, ambição e romance, Os Pilares da Terra é decididamente a obra-prima de um autor que já vendeu 90 milhões de livros em todo o mundo.
Voce já teve saudade de um tempo não vivido... pois é eu tenho.
Especialmente o tempo da Regencia inglesa ou os anos da Jane Austen...
Uma série da BBC que eu gosto é "Lost in Austen" qdo uma jovem fã de Orgulho e Preconceito atravessa uma fenda no tempo e vai parar no meio da trama do livro.
"Desiludidacom sua vidaem Londrese desencantadacom o namorado, Amanda PricedescobreElizabethBennetem seu banheiro.Logoela encontra-setrocandode lugar comLizzie,e entrando no mundo"real e fictício" deOrgulho e Preconceito.AmandachegaLongbourn, a casada famíliaBennet,e percebe que elase juntoua açãono inícioda história,ela começa a conheceras irmãsBennetrestantes,e se prepara paraconhecer o Mr.Darcy(ElliotCowan).Como ela vaimanter amaior história de amorde todos os temposna direção certa enquanto ElizabethBennetestá presano mundo moderno? " A Série muito fofa, exibida no Brasil pelo canal Film&Arts que infelizmente não tenho mais nessa modernização da TVA para HD... perdi um dos canais que mais assistia... E o seriadinho Lost in Austen preserva a famosa cena do Mr. Darcy ( Elliot Cowan )saindo do lago, retirada no último filme de Orgulho e Preconceito ( Mattew MacFayden talvez não ficasse bem de camisa molhada ) e é a mesma cena que tornou Colin Firth famoso quando a série foi exibida pela BBC. Para comparação Mr. Darcy/Elliot Cowan saindo do lago Mr. Darcy/Colin Firth saindo do lago.
Ontem fui a uma sessão V.I.P. com a minha amiga Elisangela ver em 3D o Conan, o Bárbaro...
o filme é... digamos... total pancadaria, matança e sangue espirrado...em 3D, mas em compensação
ver o Conan em 3D valeu a noite. Não vou nem entrar aqui na discussão indiscutível se o Conan do Arnold Schwarzenegger é melhor que o do Jason Momoa... lembro vagamente do primeiro e é um ícone do ex-governador da California então...
Pra comemorar que é sexta algumas versões de Conan e porque meninas devem ver filmes de super-heróis - escolha a sua:
"Enquanto esse animal estúpido não deixar de olhar para a própria sombra, este inverno nunca vai acabar."
Voce já teve a sensação de estar preso ao mesmo dia todos os dias? Que todo dia é igual e nada muda?
Pois é, para Phill Connors ( Bill Murray ) esse pesadelo se torna literalmente real. Egoísta e sarcástico ele trabalha como o homem do tempo para um jornal de tv e tem que seguir a uma cidadezinha da Pensilvania para cobrir o Dia da Marmota, quando todos acreditam que a saída ou não da toca desse mamífero irá determinar se o inverno continuará por mais seis semanas. Bill chega desmotivado, irritado e louco pra sair logo dali mas então que o feitiço acontece e ele fica preso nesse dia indeterminadamente, acordando sempre às 6 da manhã e vendo os mesmos acontecimentos e as mesmas pessoas todos os dias... até que o feitiço acabe, como? Se voce não assistiu vale muito a pena ver e eu já revi muitas vezes e nunca canso. É um filme que eu adoro e sempre traz algo a se pensar, como todos os bons filmes, cada vez que vc assiste, em uma época diferente da sua vida ele te diz algo.
Curiosidades:
- Segundo tradição, as pessoas devem observar uma toca de uma marmota, se o animal sair da toca por estar nublado, isso significa que o inverno terminará mais cedo, porém, se pelo contrário, o sol estiver a brilhar e o animal se assustar com a sua sombra e voltar para a toca, então o inverno durará mais seis semanas.
- O Dia da marmota é uma festa tradicional nos Estados Unidos da América e no Canadá, que se celebra no dia 2 de Fevereiro.
- Bll Murray foi mordido duas vezes durante as filmagens
- O diretor Harold Ramis queria Tom Hanks para o papel mas deisistiu dizendo que Tom era muito bonzinho.
- A produção cuidou e criou uma família inteira de Marmotas especialmente para as filmagens.
- O filme foi filmado em Woodstock, na cidade tem uma placa dizendo? "Bill Murray esteve aqui" na calçada onde ele continuamente pisava em uma poça.
- De acordo com uma entrevista com o diretor Harold Ramis, Bill Murray e ele discutiram sobre o tom do filme. Murray queria que o filme fosse mais filosófico, enquanto Ramis queria que fosse mais comédia. Os dois discutiram durante toda a produção e não se falam desde então.
- Em 02 de fevereiro de 1993 o sol não se levantou até 07h25 em Punxsutawney, Pensilvânia. Isso significa que o filme é tecnicamente impreciso - ainda estaria escuro ás 6:00 am.
- Segundo o diretor Harold Ramis, na maioria das vezes, quando ele tentou explicar uma cena a Bill Murray, Murray interrompia perguntando: "Só me diga - bom Phil ou mau Phil?"
- Há exatamente 38 dias retrados no filme, na íntegra ou parcialmente.
Para o meu amigo Jopz... Marmotas dominam:
Sabe aquele filme que tocava aquela música:
"I Got You Babe"
Sony and Cher
no finzinho da cena: "You Don't Know Me"
Ray Charles
P.S. - pelo jeito o sol saiu e a sombra assustou a marmota curitibana pois teremos mais 6 semanas de longo e tenebroso inverno...
Sobre as marmotas: As marmotas são roedores, membros do género Marmota e estão classificadas dentro da família Sciuridae (esquilos).
Têm a aparência de um esquilo mas com dimensões maiores. Vivem em tocas que utilizam para hibernar durante o Inverno. A sua hibernação pode durar até sete meses.
O que mais deixa uma garota feliz ao ir ao cinema, além de super-heróis bonitões sem camisa é sem dúvida, filmes romanticos com bonitões então vai aí uma escolha, minha claro:
...é tive essa coragem... posso dizer que sai do filme assim: gostei? Não gostei?Entendi? Não entendi nada?
Bom acho que era a sensação da maioria... se vc vai pensando que irá assistir um filme normal com começo, meio e fim esqueça. Não é só o final que vale interpretações o filme todo é para filosofar... a sensação é a mesma que ir a uma esposição de arte moderna, vc ve os quadros, os rabiscos, acha que tem algo bonito, fica impressionado mas não entendeu nada do que o artista quis passar...
Minha interpretação do filme ( atenção para os spoilers, pare de ler aqui se ainda quer ver o filme ):
Eu não assisti aos outros filmes do Mallick mas minha impressão é que ele gosta de provocar, é formado em Filosofia por Harvard e lecionou essa matéria no MIT ( Instituto de Tecnologia de Massachussets ).
Nem caberia aqui uma sinopse, pois não há como resumir em uma história linear.
Veja, na Bíblia A arvore da vida é a arvore do bem e do mal e durante o filme, o personagem Jack vivido por Sean Penn adulto e pelo excelente Hunter McCracken menino, flerta o tempo todo com bem e mal, ao se ver livre do pai ( Brad Pitt ), que é ao mesmo tempo tirano e incoerente, ele acaba por não seguir um caminho adverso mas sim, por se parecer mais ainda com o pai, ao ter liberdade ele passa a infringir as regras, a desafiar para logo depois se culpar. E a culpa permeia toda sua vida.
A árvore da vida é o próprio Big Bang, e a família de Jack é o microcosmos onde tudo se passa, a mãe carinhosa, religiosa, traduz a graça, a espirtualidade e o pai viceral, rígido na educação dos filhos é a natureza, a força.
Jack ocila entre os dois e mesmo adulto, parece distante do mundo à sua volta, centrado nas dores do seu passado e ao final, ao vislumbrar numa praia seu irmão falecido ainda jovem, os pais... dá a entender um conceito religioso, quase uma cena de filme do Chico Xavier mas não é isso, talvez fosse melhor chamar Freud, a psicanálise explica.
É o grande momento de redenção dele com seu passado, com o irmão que judiou na infância, com o pai que muitas vezes odiou e a mãe a quem não deu a devida atenção.
Muitos momentos achei que o pai, era ao mesmo tempo uma representação de Deus, que ama, agride e maltratada pra logo depois abraçar e exigir que se diga que O ama. É Deus punindo e agradando ao mesmo tempo tornando difícil de O entender ou amar.
O que gostei mais: das cenas dos irmãos, a agonia de odiar aquele pai, me impressionaram muito, a ponto de sonhar com eles. As tomadas de Mallick conseguiram extrair dos meninos toda a dor, dúvida, alegria, senti vontade de abraçá-los muitas vezes acolhe-los e tira-los dali. E da fotografia, impecável cheguei a pensar se não estava vendo um episódio do National Geografic sobre o início do universo e da vida...rs, também a trilha sonora maravilhosa que te fazem ao menos ter bons momentos de viagem...
Pode-se cometer o engano de achar que se trata de um filme religioso mas A Árvore da Vida é pura filosofia e arte. Com certeza vc não sairá indiferente dele.